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Preparando o conteúdo da AMAJF

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Preparando o conteúdo da AMAJF
Conheça iniciativas que reforçam a atuação da AMAJF em preservação ambiental, reflorestamento e formação comunitária.

01/01/2015
A AMAJF desenvolve projeto de Fomento Florestal na região denominado PROMATA – Programa de Proteção da Mata Atlântica. O PROMATA é uma iniciativa do Instituto Estadual de Florestas do Estado de Minas Gerais em parceria com a AMAJF e a ONG americana TNC The Nature Conservancy. Esse Programa, ao longo de 3 anos, vem implementando atividades de preservação neste importante ecossistema, que se encontra fragmentado e sob grande pressão urbana. Na região da Zona da Mata e Vertentes, apenas a ONG AMAJF foi aceita para fazer parte deste Programa. A Associação pelo Meio Ambiente de Juiz de Fora – AMAJF é responsável pelo PROMATA nos municípios de Juiz de Fora, Santos Dumont, Matias Barbosa, Simão Pereira, Bicas, Belmiro Braga e Ewbank da Câmara. A intenção da AMAJF é ampliar a área florestada com espécies da flora nativa da Mata Atlântica, principalmente em áreas de preservação permanente (ao longo de córregos e nascentes). Também como objetivo desta iniciativa, cita-se a disseminação da conscientização popular da importância da preservação da Mata Atlântica e demais valores agregados à questão ecológica. O Projeto consiste em cadastrar propriedades rurais e destacar áreas de relevância para reflorestamento ou regeneração natural. Até julho de 2010 foram cadastrados 1800 hectares, dos quais 500 hectares com plantio de mudas e 1300 com apenas cercamento da área para regeneração natural. O produtor que quiser participar do Programa receberá, a título de incentivo financeiro/fomento florestal, a quantia de R$ 140,00 a R$ 300,00 por hectare por ano para manter sua área cadastrada protegida, mediante um convênio firmado com a AMAJF, TNC e o IEF, além dos insumos para plantio e cercamento da área. A propriedade deve estar inserida em bacia hidrográfica estratégica, e cada área não deve ser maior que 40 hectares, possibilitando a adesão de um maior número de proprietários. Certamente essa característica do Programa é de fundamental importância, pois visa fixar as famílias no campo e ao mesmo tempo proporcionar complemento financeiro ao produtor. Os últimos dados dos beneficiados e da área afetada pelo projeto podem ser conferidos a seguir: Produtores Cadastrados Propriedades Cadastradas e Insumos Distribuídos Para mais informações, basta entrar em contato com a nossa coordenação (32) 99175-4849 ou pelo email: emailcontato@amajf.org.br.

30/07/2014
1. INTRODUÇÃO A Associação pelo Meio Ambiente de Juiz de Fora – AMAJF, é uma organização não governamental, sem vínculo partidário ou religioso, de cunho privado, fundada em 1996. Durante esse período vem desenvolvendo trabalhos de proteção de recursos naturais e conscientização ambiental com o objetivo de estimular a mudança de comportamento da sociedade, garantindo a qualidade ambiental da região onde atua. São projetos reconhecidos nacionalmente e que integram setores estratégicos da gestão ambiental brasileira. A Associação criou o Centro de Educação Ambiental (CEA) para o desenvolvimento efetivo de projetos e ações de educação ambiental, onde recebe público de várias idades e classes sociais. Neste sentido, através do trabalho voluntário prestado, foi criado o projeto “Plante essa ideia”, que conta com a participação de alunos da área ambiental e também daqueles que se preocupam e querem colaborar com o meio ambiente. Com a elaboração de diversos projetos, a AMAJF acredita estar colaborando para a melhoria das condições sociais e ambientais da comunidade regional, na busca por um desenvolvimento que seja sustentável. 2. EQUIPE EXECUTORA Nome e Formação Ana Cláudia Queiroz de Souza Reis – Graduanda em Gestão Ambiental Elvis Pavonne Oliveira – Graduando em Gestão Ambiental 3. OBJETIVO GERAL O projeto “Plante essa ideia” busca o aumento significativo da conscientização e sensibilização ambiental do público alvo. Foca, deste modo, na educação ambiental, mostrando a diversas classes sociais a importância de se conservar não só o meio em que vivemos, mas todo seu entorno. 4. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Sensibilizar e conscientizar o público presente nos lugares visitados, promovendo a educação ambiental; - Distribuir panfletos de conscientização e sementes de diversas espécies nativas para que sejam semeadas; - Alertar o público alvo para os problemas ambientais físicos e naturais que vêm ocorrendo por ações humanas indevidas; - Promover a sustentabilidade para o consequente desenvolvimento social das diversas gerações envolvidas no projeto. 5. PÚBLICO ALVO O público beneficiado diretamente envolve aqueles presentes nos locais de conscientização, dentre eles crianças, jovens, adultos e idosos. O público beneficiado indiretamente é a população no geral, multiplicando as atitudes e contribuindo para melhoria social e ambiental de toda região. 6. METODOLOGIA Durante a execução do projeto, serão distribuídas sementes de diversas espécies nativas, além de cartilhas de conscientização para promoção da educação ambiental. Para cada indivíduo será esclarecida a forma de plantio das sementes e o local apropriado para replantio no campo. Além disso, ao público alvo serão levadas curiosidades e informações relevantes para a conservação ambiental, consequente melhoria da qualidade de vida e busca pela sustentabilidade.

29/04/2013
A AMAJF em parceria com a Fundação Alphaville lança para 2013 um curso de Jardinagem com noções básicas da função, horticultura e paisagismo. O curso tem início em maio e permanece regularmente aos sábados até outubro, sendo o dia 19/10 o da entrega de certificados e finalização da formação. Serão selecionados para participar do curso 20 alunos maiores de 18 anos que tiverem realizado a inscrição fisicamente ou através da internet. As inscrições podem ser realizadas pessoalmente na Escola Municipal João Guimarães Rosa (Av. Manoel Vaz Magalhães, 405 – Cruzeiro de Santo Antônio) ou na sede da AMAJF. Pela internet, basta preencher a ficha de inscrição no fim da página e encaminhá-la para o e-mail: amajf@amajf.org.br

04/11/2011
1. Objetivo: O Projeto tem como objetivo principal efetivar uma neutralização das emissões de carbono geradas pelas empresas de modo a garantir melhoria nas condições climáticas e da qualidade do ar. 2. Metodologia: As emissões são calculadas a partir de informações da empresa e inseridas em tabela que indica as emissões de carbono geradas pela empresa. O resultado da tabela fornece a quantidade de árvores que devem ser plantadas para neutralizar as emissões de carbono. 3. Execução: A neutralização das emissões é feita a partir de plantio de árvores que, ao realizarem a fotossíntese, absorvem dióxido de carbono, promovendo, assim, a redução de carbono na atmosfera. O processo de revegetação é feito em parceria com a empresa e selecionada uma área para plantio e as mudas a serem plantadas. As mudas são produzidas no Viveiro da AMAJF e têm características nativas da nossa região. As empresas que quiserem aderir a esta iniciativa podem entrar em contato conosco através do telefone (32) 99144-0705 ou pela plataforma de contatos. 4. Empresas Parceiras e ação: As companhias que já são parceiras dessa iniciativa são a Cardio Clínica, a Hemodinâmica do Monte Sinai e o SEBRAE-MG. Algumas das ações realizadas podem ser vistas nas imagens a seguir e neste vídeo. Acompanhe as fotos pelos links a seguir: Hemodinâmica Projeto Neutralização

01/01/2010
A concessão de incentivo financeiro aos proprietários e posseiros, denominada Bolsa Verde, foi instituída pela Lei 17.727, de 13 de agosto de 2008, e regulamentada pelo Decreto 45.113, de 05 de junho de 2009. O Bolsa Verde tem por objetivo apoiar a conservação da cobertura vegetal nativa em Minas Gerais, mediante pagamento por serviços ambientais aos proprietários e posseiros que já preservam ou que se comprometem a recuperar a vegetação de origem nativa em suas propriedades ou posses. A prioridade é para agricultores familiares e pequenos produtores rurais. Também serão contemplados produtores cujas propriedades estejam localizadas no interior de unidades de conservação e sujeitos à desapropriação. O incentivo financeiro é proporcional à dimensão da área preservada. Recebe mais quem preservar mais até o limite de hectares correspondente a quatro módulos fiscais em seu respectivo município (consultar informação no Anexo V do Manual do Bolsa Verde). As duas modalidades previstas no Programa Bolsa Verde são a manutenção e a recuperação da cobertura vegetal nativa. A primeira é uma forma de remuneração (premiação) pelos serviços ambientais prestados pelos proprietários e posseiros rurais e estará disponível para solicitações a partir de 2010. A segunda visa ao repasse de um montante menor de recursos financeiros e o repasse de insumos para os beneficiados restaurarem, recomporem ou recuperarem a área com espécies nativas, com previsão de abertura para adesão em 2011. Os formulários para solicitações estarão disponíveis no citado manual para encaminhamento às unidades desconcentradas do Instituto Estadual de Florestas (IEF), Escritórios Regionais, Núcleos Operacionais de Pesca e Biodiversidade, Agências Especiais e nas unidades das instituições com parceria celebrado por meio de Termo de Cooperação Técnica visando à operacionalização do programa. Além disso, como um programa de política pública, pretende-se que o Bolsa Verde se consolide em todo o território do Estado de Minas Gerais, de forma permanente e universal, acessível a todos os posseiros e produtores rurais que aceitem se vincular ao processo nos termos da legislação.

01/01/2004
Resumo do Projeto O Projeto AIMIRIM, visa a conservação da biodiversidade e a conscientização da comunidade através da capacitação de jovens e adolescentes no aprendizado da Produção de Mudas no Viveiro de essências nativas AMAJF possibilitando geração de emprego e renda ao público alvo. Portanto abrangência sócio ambiental. Com esta proposta inédita na região Sudeste do País, a Associação pelo Meio Ambiente de Juiz de Fora – AMAJF busca cooperação com iniciativa privada na produção de mudas nativas, inclusão social e recomposição da Mata Atlântica. Capacitação dos adolescentes: O Projeto é desenvolvido desde o ano de 2004 e até o momento já capacitou 60 adolescentes. Portanto a AMAJF possui vivência prática desta proposta ora apresentada. O Projeto no aspecto de capacitação e aprendizado tem o seguinte plano de ação metodológico: Primeira etapa: Divulgação do Projeto. Reunião com comunidade e lideranças de bairros. Segunda etapa: Inscrição do adolescente. Para participar do Projeto o adolescente deverá ter renda familiar inferior a 3 salários mínimos, estar freqüentando a escola, ser da região de abrangência do Projeto, ter a autorização do responsável legal para participar do Projeto e ter aptidão para a área específica a ser trabalhada. Havendo mais interessados do que vagas será feita seleção com base nos critério acima listados. Terceira etapa: Início das atividades/treinamento: A formação do adolescente se dará no período da tarde (das 12:30 às 16:30 hs.), sem o comprometimento na formação escolar. Nesta etapa ocorrerá o treinamento/formação propriamente dito, onde a equipe técnica se encarregará de transmitir os fundamentos necessários ao desempenho do adolescente, entre eles: - Noções de ecologia e conscientização ambiental; - Formas de produção de mudas; - Importância das florestas e em especial da Mata Atlântica; - Relação entre florestas e animais- Formação de horta, pomar, horto medicinal; - Condução de mudas plantadas;- Colheita, utilização e beneficiamento das sementes; - Preservação dos recursos naturais (ar, água, solo, fauna e flora); - Noções de Unidades de Conservação com visitas práticas nas UC’s da região; - Atividades práticas de plantio em área degradadas da região e formação de corredores ecológicos; - Noções de saúde, saneamento, higiene, valores éticos, morais e cidadania. Enfim, são informações diárias que buscam de forma prática e teórica proporcionar o aprendizado dos adolescentes inseridos no Projeto. Quarta etapa: Após o período de formação (12 meses) o adolescente está apto a ingressar no mercado de trabalho, recebendo o Certificado de participação no projeto expedido pela AMAJF na função de Agente Ambiental e podendo atuar como: viveirista, jardineiro, monitor de áreas verdes ou UC’s, horticultor, coletor de sementes, etc. Instituições possíveis de parcerias: empresas, viveiros comerciais, condomínios. O Projeto se propõe a estimular o reflorestamento de espécies nativas na região e capacitar adolescentes, para que eles deixem de ser alvo para a marginalidade. É importante ressaltar que para incentivar os adolescentes a participarem do Projeto e atuarem como multiplicadores auxiliando nas despesas familiares, será fornecido uma bolsa aprendizagem de R$ 180,00/mês durante o período de formação. OBS. Após os 12 primeiros meses, as 4 etapas serão novamente desenvolvidas com a finalidade de capacitar mais 10 adolescentes em 12 meses. Métodos de avaliação da equipe técnica: - Freqüência do adolescente no Projeto; - Freqüência do adolescente na escola; - Avaliação prática e teórica de assimilação do conteúdo transmitido; - Nível de participação nas atividades; - Avaliação dos adolescentes e responsáveis com relação ao Projeto; - Preenchimento de ficha de avaliação analisando os aspectos do Projeto, sem necessidade de identificação. Objetivo Geral do Projeto. - Geração de renda e oportunidade de trabalho ao público alvo; - Sustentabilidade e conseqüente melhoria da qualidade de vida da população diretamente atendida pelo Projeto; - Aumento da área de cobertura vegetal e da biodiversidade do ecossistema trabalhado – remanescente de Mata Atlântica; - Aumento da conscientização ambiental do público alvo tornando-os multiplicadores ecológicos ativos e, consequentemente, da população de entorno (sub Bacia da Represa de São Pedro); - Fortalecimento institucional da AMAJF. Público Beneficiado. a) Diretamente beneficiado:  a.1) 10 adolescentes carentes da região com idade entre 15 e 16 anos (público alvo) no prazo de 12 meses (período de treinamento/capacitação);  a.2) produtores rurais interessados ou obrigados a plantar espécies de árvores nativas da região; b) Indiretamente beneficiado:  b.1) familiares dos adolescentes que atuarão como multiplicadores das questões ambientais;  b.2) população em geral que se beneficiará da melhoria das condições ambientais e sociais da região. Aqui cita-se inclusive os órgãos governamentais responsáveis pela gestão ambiental municipal, estadual e federal e os órgãos municipais e estaduais da área de assistência social.